Roi em Customer Experience

Introdução

Sabe quanto vale, em euros, investir na melhoria da experiência dos seus clientes?

Uma das maiores dificuldades de qualquer Diretor de Customer Experience é justificar investimento junto da administração ou do board sem ter números concretos. “Melhorar o serviço ao cliente” é demasiado vago para concorrer por orçamento com projetos que apresentam projeções de retorno claras.

Este serviço existe para colmatar exatamente essa lacuna.

O Customer Experience produz resultados que raramente aparecem em dashboards financeiros com uma etiqueta clara.

Os efeitos aparecem, mas disfarçados: numa taxa de retenção que melhora, num custo de aquisição que baixa porque há mais recomendações orgânicas, num ticket médio que sobe porque o cliente confia mais na marca.

A dificuldade está em isolar estes efeitos e atribuí-los com rigor às iniciativas de CX que os geraram.

A InPar ajuda as organizações a construir o modelo de ROI adequado à sua realidade — quantificando o impacto financeiro de melhorar indicadores concretos como a taxa de resolução ao primeiro contacto, o índice de recomendação de clientes (NPS) ou a taxa de abandono — e traduzindo esse impacto em argumentos que a gestão de topo reconhece e aprova.

Roi em Customer Experience

O que entregamos

A InPar ajuda as organizações a construir o modelo de ROI adequado à sua realidade — quantificando o impacto financeiro de melhorar indicadores concretos como a taxa de resolução ao primeiro contacto, o índice de recomendação de clientes (NPS) ou a taxa de abandono — e traduzindo esse impacto em argumentos que a gestão de topo reconhece e aprova.

01

Mapeamento de custos de não qualidade

Identificação e quantificação dos custos ocultos de uma experiência fraca — reclamações, retrabalho, churn e custo de re-aquisição.

02

Modelação de cenários de retorno

Projeção do impacto financeiro de melhorar indicadores-chave de CX, com pelo menos 3 cenários (conservador, base e otimista).

03

Argumentário para a gestão de topo

Apresentação executiva com linguagem financeira, pronta a usar numa reunião de board ou numa proposta de orçamento.

Diagnóstico e Estratégia

O ponto de partida natural: avaliar onde está a operação, quantificar o que está em jogo e preparar quem a lidera para o caminho a seguir.